24/07/2019

Pesquisa revela perfil do mercado de trabalho no interior

Conforme levantamento do Intituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizado a partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) contínua, o desemprego no interior foi menor do que nas regiões metropolitanas em 18 estados do Brasil no primeiro trimestre de 2019.

Para chegar a este recorte territorial, o IBGE considerou como interior todos os municípios de um estado, excluindo a região metropolitana e a sua capital. Na comparação, apenas 10 regiões de interior tiveram uma taxa de desocupação maior do que os 12,7% da média nacional.



Informalidade

No entanto, o levantamento mostra também que o interior apresenta um índice de informalidade de 62,4% das pessoas ocupadas - aproximadamente 20,8 milhões de trabalhadores sem carteira assinada (empregados do setor privado e trabalhadores domésticos), sem CNPJ e sem contribuição para a previdência oficial (empregadores e por conta própria) ou sem remuneração (auxiliam em trabalhos para a família). A média nacional da informalidade é de 36,3% do total da força de trabalho.
 
Apenas São Paulo e Santa Catarina apresentam maior índice de informalidade nas regiões metropolitanas do que no interior - em 13 estados pelo menos metade dos trabalhadores do interior está em condições informais, todos na região Norte e Nordeste. O interior do Amazonas, apresenta o maior índice do Brasil, com 71,7% de sua força de trabalho na informalidade. Santa Catarina tem o menor índice, com 19,4%.  






  

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